Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.21/4402
Título: Expresso: um projeto de renovação no fim do Marcelismo
Autor: Rosa, Joana Catarina Vieira da
Orientador: Rezola, Maria Inácia
Palavras-chave: Jornal (Expresso)
Marcelo Caetano
Estado Novo
Imprensa portuguesa
Liberdade de imprensa
Imprensa periódica
Newspaper (Expresso)
Estado Novo
Portuguese Press
Free press
Periodical press
Data de Defesa: Nov-2014
Editora: Escola Superior de Comunicação Social
Citação: Rosa, Joana Catarina Vieira da - Expresso: um projeto de renovação no fim do Marcelismo. Lisboa: Escola Superior de Comunicação Social, 2014. Dissertação de mestrado.
Resumo: Fundado por Francisco Pinto Balsemão a 6 de Janeiro de 1973, num período de total asfixia censória, o Expresso rapidamente se transforma numa referência na imprensa portuguesa. Este projeto mediático foi também uma aventura política, uma vez que permitiu à Ala Liberal prosseguir a sua atividade para além das paredes da Assembleia Nacional. Derrubada a ditadura, o jornal foi ainda o embrião do Partido Popular Democrático. Ao longo das suas páginas, o Expresso apresentava um conjunto de opiniões objetivas e independentes do poder político, traduzindo-se assim num jornalismo atuante e interveniente. Este tipo de intervenção e postura nem sempre foi simples. O consulado de Marcelo Caetano, em que o jornal nasceu, foi caracterizado por uma luta em vão para a extensão das liberdades, incluindo a imprensa. Como um alvo constante da censura (depois renomeado de Exame Prévio), o jornal enfrentou várias dificuldades. De acordo com Francisco Balsemão, “se não fosse o 25 de Abril o Expresso teria provavelmente acabado”.
Founded by Francisco Pinto Balsemão on January 6th 1973, in a period of total suffocation of censorship, the Expresso quickly becomes a reference in the Portuguese press. This media project was also a political adventure, as it enabled “Ala Liberal” to proceed it’s activity beyond the walls of the National Assembly Once the dictatorship was overthrow, the newspaper became the embryo of the Democratic People's Party. Throughout its pages, the Expresso had a set of objective and independent opinions, thus leading to an active and intervening journalism. This type of intervention and posture was not always simple. Marcelo Caetano’s consulate, in which the newspaper is born, was characterized by an unsuccessfully struggle for the extension of freedoms, including the press. As a constant target of censorship (then renamed Preliminary Exam), the newspaper faced various difficulties. According to Francisco Balsemão, "if it was not for the April 25 the Expresso would probably have finished."
Descrição: Dissertação apresentada à Escola Superior de Comunicação Social como parte dos requisitos para obtenção de grau de mestre em Jornalismo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/4402
Aparece nas colecções:ESCS - Dissertações de Mestrado

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