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Título: Azul de toluidina, giemsa e violeta de cresil na evidenciação de mastócitos
Autor: Ribeiro, Ana S.
Pimentel, Luís D.
Ferro, Amadeu Borges
Araújo, Cláudia
Palavras-chave: Anatomia patológica
Mastócitos
Lâmina histológica
Azul de toluidina
Giemsa
Violeta de cresil
Metacromasia
Data: Out-2014
Editora: APTAP
Citação: Ribeiro A, Pimentel L, Ferro AB, Araújo C. Azul de toluidina, giemsa e violeta de cresil na evidenciação de mastócitos. Mícron. 2014;18(18):5-10.
Resumo: Os mastócitos são células do sistema imunitário responsáveis pela defesa do organismo contra diferentes agentes agressores externos. Para além da participação em inúmeros processos fisiológicos e patológicos, os mastócitos podem ser eles próprios sede de patologias designadas de mastocitoses. Percebendo a sua importância em diversos processos e dada a necessidade da sua identificação específica para a confirmação de um diagnóstico, foram sendo apresentadas diferentes propostas para a evidenciação destas células através da coloração metacromática dos seus gânulos citoplasmáticos. Com este trabalho pretendeu-se comparar a qualidade final das lâminas histológicas coradas com azul de toluidina, giemsa e violeta de cresil na evidenciação de mastócitos, em tecidos humanos fixados em formol 10% e incluídos em parafina, determinando qual das colorações histoquímicas permite obter melhores resultados. Foram selecionados 20 blocos contendo fragmentos de tecido de diferentes órgãos humanos. De cada bloco efetuaram-se 3 cortes, um para cada coloração, num total de 60 lâminas. A avaliação da qualidade das lâminas foi realizada por 2 avaliadores independentes, através da aplicação de uma grelha de avaliação. Os dados recolhidos foram submetidos a procedimentos estatísticos para comparação da qualidade final de cada coloração. A coloração de giemsa registou o score médio mais elevado (67,3±16,2), seguida da coloração de violeta de cresil (63,9±13,2) e da coloração de azul de toluidina (63,4±17,7). No entanto, estas diferenças não foram estatisticamente significativas. Embora as diferenças registadas não fossem estatisticamente significativas, a proximidade existente entre os valores médios obtidos para cada uma das colorações permite concluir que as técnicas têm eficácia semelhante na evidenciação de mastócitos.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/3940
ISSN: 0874-1433
Versão do Editor: http://ww2.aptap.pt/media/files/MICRON-18.pdf
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