Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.21/3905
Título: A capacidade de subitizing em crianças de 4 anos
Autor: Cordeiro, Maria João Ramalho
Orientador: Rodrigues, Margarida
Palavras-chave: Sentido do número
Subitizing percetivo
Subitizing conceptual
Number sense
Perceptive subitizing
Conceptual subitizing
Data de Defesa: Out-2014
Citação: Cordeiro, M. J. R. (2014). A capacidade de subitizing em crianças de 4 anos [Dissertação de mestrado] Escola Superior de Educação de Lisboa/Instituto Politécnico de Lisboa, Lisboa
Resumo: A presente investigação enquadra-se na educação pré-escolar, no domínio da matemática e tem como objetivo compreender como se processa a capacidade de subitizing em crianças de 4 anos. Para tal, procura-se responder às seguintes questões: (1) Até que numerosidade conseguem as crianças fazer subitizing?; (2) Que tipos de subitizing fazem as crianças?; (3) Como se relaciona (ou não) o subitizing com a contagem?; (4) De que modo o subitizing contribui para a estruturação numérica?; e (5) De que forma é que o padrão figurativo influencia a capacidade de subitizing? O estudo seguiu uma metodologia de investigação de natureza qualitativa, de caráter descritivo e interpretativo, adotando a modalidade de estudo de caso. Foram aplicadas três atividades a seis crianças com 4 anos e desenvolvidas na sala do grupo, de forma individual, onde a investigadora teve o duplo papel de educadora e investigadora. A recolha de dados foi realizada a partir de gravações de vídeo e áudio, feitas durante a aplicação das atividades e foram ainda utilizadas notas de campo sobre o desempenho das crianças. Os dados recolhidos permitiram perceber que as crianças participantes fazem subitizing para a numerosidade 4, começando a fazer subitizing para o 5 e 6 em diferentes disposições. Nesta faixa etária, as crianças fazem subitizing percetivo, sendo ainda poucas as crianças que começam a dar evidências de fazer subitizing conceptual, contribuindo este para a estruturação numérica. Ao longo do estudo, observou-se apenas numa criança a relação entre a contagem e o subitizing. As crianças, ao serem capazes de identificar o número de pontos nos padrões, acabam por se familiarizar com os mesmos, começando assim a fazer relações mentais entre os números, compondo-os e decompondo-os, e desenvolvendo assim o seu sentido do número. As disposições habituais, para as crianças, são as mais fáceis de identificar, seguindo-se as disposições retangulares, e depois as lineares e as circulares.
ABSTRACT This research fits in preschool education in mathematics and pretends to understand the ability of subitizing in four-year-old students. In order to achieve this, it aims to answer the following questions: (1) Until numerosity can children do subitizing?; (2) What types of subitizing can children do?; (3) How is subitizing related (or not ) to counting?; (4) How does subitizing contribute to numerical structuring?; and (5) How does the figurative pattern influence the ability of subitizing? This study was done using a qualitative methodology with a descriptive and interpretative character adopting the modality of case study. Three activities were applied to six four-year-old students and they were developed in the children room, individually, where the researcher had the dual role of educator and researcher. The research data was gathered with the aid of video and audio recordings - made during the activities themselves - and several field notes were taken during the performance of the children. The research data showed that the children who participated can subitizing up until four and begin subitizing sets of five and six items with different spatial arrangements. At this age, children do perceptive subitizing, but few children begin to show signs of doing conceptual subitizing which contributes to numerical structuring. Throughout the study, the relationship between counting and subitizing was only observed in one child. Children are able to identify the number of dots in patterns, eventually become familiar with them and even start making mental relationships between numbers, composing and decomposing them, and developing their number sense. The most common spatial arrangement of sets in the cards is the easiest to identify, followed by rectangular, and after by linear and circular arrangements. .
Descrição: Dissertação apresentada à escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Educação Matemática na Educação Pré-Escolar e nos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/3905
Aparece nas colecções:ESELx - Dissertações de Mestrado

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