Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.21/3772
Título: Avaliação dos factores que contribuem para as queixas oculares em utilizadores de microscópios ópticos
Autor: Simões, Nadhia
Correia, Vânia
Nunes, Filipe
Poças, Ilda
Mendonça, Paula
Palavras-chave: Ortóptica
Visão binocular
Microscópio óptico
Queixa astenópica
Anatomia patológica
Data: Mar-2014
Citação: Simões N, Correia V, Nunes F, Poças I, Mendonça P. Avaliação dos factores que contribuem para as queixas oculares em utilizadores de microscópios ópticos. In XV Congresso Nacional de Ortoptistas, Hotel Tiara Park Atlantic (Porto), 27 a 29 de Março de 2014.
Resumo: Na actividade dos profissionais de Anatomia Patológica, o microscópio óptico é um componente importante de utilização diária. Esta prática subsiste associada à presença de sintomas visuais, que podem estar relacionados com o estado da visão binocular. Objetivos - Relacionar a sintomatologia com o estado da visão binocular dos referidos profissionais. Observar a influência do trabalho ao microscópio na visão binocular no início e no final da semana de trabalho. Relacionar o número de horas e anos de trabalho com a sintomatologia. Metodologia - Estudo quantitativo do tipo descritivo e correlacional, com 45 participantes (27 citotécnicos e 18 patologistas). Aplicação de um questionário validado para caracterizar a sintomatologia. Avaliação ortóptica no início e no final da semana de trabalho. Resultados - Idade média de 37,73 ± 10,68 anos, com média de 11,08 ± 9,00 anos de exercício profissional e 19,96 ± 9,68 horas semanais de trabalho ao microscópio. Apenas 13,3% apresentavam VB normal. Os principais sintomas astenópicos referidos foram: dificuldade em ver com nitidez, (95,6%), cansaço e peso nos olhos (91,1%), prurido (51,1%) e diplopia (31%). Encontraram-se correlações positivas estatisticamente significativas entre a divergência fusional para longe e as queixas de diplopia ao microscópio (p=0,033; p<0,05), e os resultados do Schirmer Tipo I e as queixas de prurido no final do dia de trabalho (p=0,028; p<0,05). Não foram encontradas alterações significativas nos parâmetros de avaliação da visão binocular entre o início e o final da semana de trabalho. Observou-se correlação negativa estatisticamente significativa (p=0,047), entre a duração das pausas e a dificuldade de visão nítida ao microscópio, sugerindo relação entre a duração das interrupções e a sintomatologia. Discussão / Conclusão - Existe relação entre o trabalho com o microscópio óptico e o aumento das queixas astenópicas, que se podem reduzir com maiores pausas durante o trabalho e com o uso de coadjuvante lacrimal.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/3772
Versão do Editor: http://www.apor-ortoptistas.com.pt/?p=inicio_evento&i=264
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