Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.21/3403
Título: Como avaliar as aprendizagens das práticas musicais em Educação Musical
Autor: Relvas, Mário
Palavras-chave: Música
Avaliação
Descritores
Music
Assessment
Rubrics
Descriptors
Data: Nov-2013
Editora: CIED – Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais/Escola Superior de Educação de Lisboa
Citação: Relvas, M. (2013). Como avaliar as aprendizagens das práticas musicais em Educação Musical. In C. Tomás & C. Gonçalves, Atas do VI Encontro do CIED – I Encontro Internacional em Estudos Educacionais. Avaliação: Desafios e Riscos. Comunicação apresentada no VI Encontro do CIED – I Encontro Internacional em Estudos Educacionais, Escola Superior de Educação de Lisboa, 15 e 16 de novembro, (pp.256-270).
Resumo: É do conhecimento geral que muitos professores ensinam os alunos a ouvir, cantar e compor, mas usam testes escritos para avaliar as aprendizagens. Este facto revela que, por um lado, há quem tenha a ideia que os testes escritos estão mesmo a avaliar as práticas musicais e, por outro lado, também há quem considere que é muito difícil e inconsistente avaliar as práticas musicais porque a Música tem um carácter transitório, efémero, imaterial. Além do problema ser interessante, ele é abrangente porque existe tanto entre os professores especialistas de Música como entre os professores generalistas de Educação de Infância e de 1º Ciclo. A experiência levada a cabo nos últimos três anos no Mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico sobre a forma de avaliar as aprendizagens dos alunos em Educação Musical mantém os testes escritos para avaliar os conhecimentos teóricos, mas introduz um instrumento de avaliação das práticas musicais, as grelhas de descritores de desempenho. Estas grelhas, ainda que mantendo princípios orientadores comuns, são sempre feitas à medida para cada situação específica de obra, atividade musical, alunos e são aplicadas não só em observação direta, mas também sobre registos áudio/vídeo. Estes instrumentos são construídos pelos docentes e não em conjunto com os alunos, mas são-lhes apresentados e explicados desde o início de cada unidade didática, usados regulamente para autoavaliação formativa e nas apresentações finais para avaliação sumativa. Desta forma os alunos sabem desde o início onde se espera que cheguem e sabem em cada momento do processo em que ponto se encontram e que problemas/dificuldades musicais devem ser ultrapassados. Em cada atividade comparámos a autoavaliação dos alunos com a avaliação dos professores e verificámos em todas as situações uma elevada correlação positiva (r > 0,9). Teremos ainda que consolidar os dados já obtidos pelo que esperamos o envolvimento de mais professores. A possibilidade de divulgar a solução aqui apresentada, nomeadamente, através de ações de formação contínua, permitirá um evidente aumento da consistência e fiabilidade da avaliação das práticas musicais em Educação Musical.
ABSTRACT: Is commun knowledge that many teachers teach students to perform, compose, and appraise, but tend to assess music learning through written tests. This fact shows that some teachers believe that they are really assessing the music making processes, and also that other teachers think it is very difficult to assess musical making because of the immaterial nature of music. It is not only a very interesting problem, but also a generalized one, that affects specialist music teachers and non-specialists like kindergarten and primary school teachers. The experiments conducted during the last three years in the Master of Arts in Teaching Music for General Schools kept the written tests to assess theoretical knowledge, but introduced a new assessment device, rubrics with progression descriptors. These rubrics, although sharing common principles, are tailored for each musical activity, piece of music, and class, and applied both on live and on audio/video recordings. Rubrics are written by teachers, not by students, but are used by the later as a formative self-assessment tool to devise and overcome musical problems. In each activity we compared the assessment by the teachers with students’ self-assessment and obtained a very high positive co-relation. We still need to confirm these results by conducting a new research involving a larger group of teachers. The music making assessment rubrics will be part of the next continuous professional development programme at the higher education institution previously mentioned.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/3403
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