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Título: Estrutura da boa vida em pessoas com doença crónica
Autor: Pais-Ribeiro, José Luís
Silva, Isabel
Pedro, Luísa
Meneses, Rute
Cardoso, Helena
Mendonça, Denisa
Vilhena, Estela
Martins, Ana
Martins-da-Silva, António
Palavras-chave: Doença crónica
Qualidade de vida
Auto-regulação
Epilepsia
Obesidade mórbida
Esclerose múltipla
Diabetes
Cancro
Miastenia gravis
NEO-FFI
SF-36
NEO Five-Factor Inventory
Positive and Negative Affect Schedule
PANAS
Escala de Percepção de Estigma
MOS Social Support Survey
Life Orientation Test-Revised
Escala de Espiritualidade
Questionário de Manifestações Físicas de Mal-Estar
Questionário de Percepção de Saúde
Índice de Bem-estar Pessoal
Data: 2010
Editora: ISPA
Citação: Pais-Ribeiro JL, Silva I, Pedro L, Meneses R, Cardoso H, Mendonça D, et al. Estrutura da boa vida em pessoas com doença crónica. In Leal I, Pais Ribeiro JL, editors. Psicologia da saúde: sexualidade, género e saúde. Lisboa: ISPA; 2010. p. 137-46.
Resumo: Doenças crónicas (DC) são doenças que têm de ser geridas em vez de curadas. Giovannini, Bitti, Sarchielli e Speltini (1986) caracterizam as doenças crónicas como: a) doenças de longa duração, b) que tendem a prolongar-se por toda a vida do doente, c) que provocam invalidez em graus variáveis, d) são devidas a causas não reversíveis, e) que exigem formas particulares de reeducação, f) que obrigam o doente a seguir determinadas prescrições terapêuticas, g) que normalmente exigem a aprendizagem de um novo estilo de vida, h) que necessitam de controlo periódico, de observação e de tratamento regulares. As DC não se definem pela sua aparente ou real gravidade. As pessoas que têm DC podem fazer a vida do dia-a-dia como qualquer outro cidadão, e grande parte deles acaba por falecer de velhice ou de outras doenças, que não a DC que os acompanhou grande parte da vida. Para estas pessoas viverem uma boa vida o processo de ajustamento é decisivo. O ajustamento à DC torna-se então um objectivo fundamental para as pessoas e para a sociedade. O ajustamento pode definir-se como uma resposta a uma alteração do meio ambiente, que leva um organismo a adaptar-se a essa alteração. Esta definição, explicam as autoras, implica que ele ocorre ao longo do tempo e, também, que é um resultado desejável. Para Stanton, Revenson, e Tennen, (2007), o ajustamento engloba inúmeros componentes que cruzam domínios interpessoais, cognitivos, emocionais, físicos e comportamentais. Estes autores referem que da revisão da literatura se pode concluir que, grosso modo a DC requer, ajustamento em múltiplos domínios, que o ajustamento se desenrola ao longo do tempo, e que existe uma heterogeneidade acentuada no modo como os indivíduos se ajustam à DC. O ajustamento é um conceito do senso comum que tanto é verbo como substantivo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/3030
ISBN: 978-972-8400-98-9
Versão do Editor: http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&ved=0CDYQFjAB&url=http%3A%2F%2Ffiles.jvilelas.webnode.pt%2F200000122-1d1361d915%2FEstrutura%2520da%2520boa%2520vida%2520em%2520pessoas%2520com%2520doen%25C3%25A7a%2520cr%25C3%25B3nica.pdf&ei=J4m9UpOjMMPE7Ab7rIDYCQ&usg=AFQjCNEQ01mpjlnCHFKzpu5pZyRzAf86-A&bvm=bv.58187178,d.Yms
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