ESELx - Dissertações de Mestrado
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- A importância do educador social no BrasilPublication . Souza, Mariane de; Sousa, Joana Campos deNum cenário marcado por desafios sociais e educacionais, o papel do educador social no Brasil revela-se fundamental para a promoção da inclusão e transformação social. O presente estudo investiga a relevância da educação social, de que forma o educador social no Brasil é representado e reconhecido, e quais os desafios que a sua regulamentação e visibilidade enfrentam, como agente de transformação social. Esta investigação teve como objetivos: (i) analisar a situação da profissão de educador social no Brasil; (ii) compreender os desafios que afetam a sua valorização, reconhecimento e regulamentação; (iii) explorar as contribuições deste profissional para o desenvolvimento social; e (iv) identificar o papel das associações e movimentos que defendem e apoiam o reconhecimento da educação social. Para dar resposta aos objetivos definidos, realizouse um estudo, de natureza qualitativa, descritiva e exploratória, que recorre à análise documental. Os resultados demonstram que, apesar da ausência de uma regulamentação nacional unificada, a profissão apresenta uma base sólida de práticas, saberes e articulações coletivas que conferem legitimidade social à atuação do educador social. Evidenciam-se ainda práticas pedagógicas críticas e éticas em territórios vulneráveis, a construção de identidades profissionais híbridas e a atuação significativa em espaços formais e informais. Conclui-se que a consolidação da educação social como campo profissional no Brasil depende da articulação entre reconhecimento institucional e valorização dos saberes produzidos nos territórios, numa perspetiva de justiça social e transformação coletiva.
- Vamos brincar? o papel do educador na promoção da aprendizagem através da brincadeiraPublication . Câmara, Maria Madalena Salgado Figueiredo Cabral; Dias, Joana Filipa da MotaO presente relatório surge no âmbito da Prática Profissional Supervisionada II (PPSII) do Mestrado em Educação Pré-escolar (MEPE), da Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx) e tem como objetivo apresentar de forma sistemática e fundamentada, a intervenção educativa realizada durante estágio. Esta prática decorreu numa instituição situada em Lisboa, em contexto de pré-escolar, envolvendo um grupo heterogéneo de 18 crianças, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos. Durante este período, foi possível observar e analisar a evolução das crianças, bem como os desafios enfrentados. Adicionalmente, foi analisado o papel essencial da equipa educativa no processo de aprendizagem, destacando-se a postura da Educadora cooperante, que prioriza o brincar como meio de aprendizagem. A partir destas observações, surgiu o tema da investigação: “Vamos brincar?: o papel do adulto como promotor de aprendizagem através da brincadeira”. Com base neste tema de investigação delinearam-se os seguintes objetivos: i) Compreender a importância do brincar na promoção do desenvolvimento e aprendizagem da criança; ii) Caracterizar as conceções dos adultos sobre a atividade do brincar; iii) Compreender o papel do adulto na promoção da brincadeira. Optou-se por um estudo de natureza qualitativa, recorrendo à observação direta, com recurso às notas de campo, à realização de um grupo de discussão e análise documental para a recolha de dados. Os resultados do estudo apontam para o papel do adulto enquanto elemento promotor de aprendizagem através da atividade do brincar, reconhecendo-se a sua importância no desenvolvimento integral de cada criança.
- Contributos do ensino e aprendizagem da história e geografia de Portugal, e do diálogo intercultural, para a desconstrução de estereótipos de géneroPublication . Marques, Mariana Sofia Garcia; Ferreira, Nuno Alexandre MartinsO presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico. Os objetivos deste relatório são: i) a descrição e análise crítica das práticas pedagógicas desenvolvidas no 1.º e no 2.º CEB; ii) a apresentação da investigação realizada no âmbito do 2.º CEB, com o tema “Contributos do ensino e aprendizagem da História e Geografia de Portugal, e do diálogo intercultural, para a desconstrução de estereótipos de género”. Para tal, definiram-se como objetivos específicos: i) Relacionar as aprendizagens essenciais de História e Geografia de Portugal (HGP) com a reflexão sobre os estereótipos de género; ii) Avaliar estratégias que trabalhem conjuntamente as aprendizagens de HGP e as questões de género. O estudo foi realizado numa turma de 6.º ano, com 20 crianças, de diversas nacionalidades. Desenvolveu-se uma investigação de natureza qualitativa, um estudo de caso com características de Investigação-Ação. Utilizaram-se como técnicas de recolha de dados a observação participante, assim como a observação de produções, o inquérito por questionário e o inquérito por entrevista. No que diz respeito às técnicas de tratamento de dados procedeu-se à análise de conteúdo, nomeadamente análise categorial, e à análise estatística. Os resultados da investigação permitiram concluir que é possível sensibilizar para e potenciar a desconstrução de estereótipos de género, quando articulados com as Aprendizagens Essenciais de HGP, através de estratégias como: o diálogo; a apresentação e análise de imagens, textos e vídeos; e a pesquisa e apresentação de figuras femininas.
- Quais os motivos que levam adultos a frequentar aulas de teatro em regime pós-laboral?Publication . Costa, Maria de Sousa Tavares da; Cañete, Susana Maria VidalEsta dissertação analisa as razões que levam adultos a frequentar aulas de teatro em regime pós-laboral. O enquadramento teórico contempla o Teatro Amador, o teatro comunitário e a sua articulação com o conceito de lazer, em particular o Serious Leisure de Robert Stebbins, bem como as relações entre a prática teatral e a saúde mental. A investigação seguiu uma metodologia mista, entendida como a articulação de métodos qualitativos e quantitativos: realizaram-se entrevistas semiestruturadas a professores de teatro e aplicaram-se inquéritos por questionário a alunos que frequentam aulas de teatro fora de contextos profissionais, conciliando-as com as suas rotinas de trabalho e vida pessoal. Os resultados revelam que as principais motivações para participar nestas atividades incluem a necessidade de expressão pessoal, a valorização do bem-estar emocional, o desenvolvimento de competências ao nível das relações e a integração num grupo ou comunidade artística. Verificou-se ainda que o teatro contribui para a melhoria da autoestima e da confiança, funcionando como um espaço de socialização e de equilíbrio face às exigências do quotidiano. Conclui-se que a prática teatral em regime pós-laboral, para além de constituir uma forma de lazer, assume um papel transformador, proporcionando experiências significativas que reforçam a identidade pessoal, a coesão social e a promoção da saúde mental.
- Lugar do brincar no espaço exterior na vida de crianças com diversidade funcionalPublication . Santos, Josiane Pereira dos; Nunes, Maria Clarisse AlexandrinoO brincar no espaço exterior tem ganho maior atenção devido aos benefícios demonstrados por estudos, especialmente no desenvolvimento motor, social e cognitivo das crianças. Contudo, crianças com diversidade funcional enfrentam desafios adicionais para se envolverem em brincadeiras, particularmente com os pares. Este estudo pretendeu caracterizar o envolvimento de crianças com diversidade funcional nas brincadeiras realizadas no espaço exterior da educação pré-escolar e do 1º CEB. Procurou ainda analisar a qualidade do espaço exterior que essas crianças frequentavam e compreender a dinâmica entre os recursos existentes nesses espaços e as brincadeiras desenvolvidas pelas crianças. A pesquisa insere-se no paradigma interpretativo, situando-se numa abordagem qualitativa, optando pela modalidade de estudo de caso. Os dados foram recolhidos através da observação naturalista não participativa, e por entrevista semiestruturada. Os dados recolhidos foram analisados através da análise de conteúdo. Participaram no estudo cinco crianças com diversidade funcional e seis docentes, três da educação pré-escolar e duas do 1.º CEB. Os resultados evidenciam que as crianças com diversidade funcional frequentam espaço exterior de qualidade, sobretudo, as que frequentam o educação pré-escolar. Nesse espaço estas crianças envolvem-se em algumas brincadeiras, ainda com ritmos e formas particulares. Todavia, a exploração que fazem do espaço e equipamentos existentes é limitada e pouco criativa. Preferem brincar de forma mais isolada, evitando, o contacto com os pares. As interações com os pares revelaram-se relativamente frágeis, sendo impulsionadas pelo apoio do adulto. Conclui-se que o brincar das crianças com diversidade funcional no espaço exterior carece de forte incentivo por parte do adulto, e vários fatores influenciam a sua utilização por parte de crianças com estas características. Frequentar espaço exterior de qualidade é importante, mas parece não ser suficiente para assegurar que estas crianças explorem todas as suas potencialidades.
- Ecos de resistência – o impacto das microagressões de género na saúde mental e autoestima de mulheres adultasPublication . Carvalhal, Joana Isabel Nina do; Almeida, Tiago Alexandre FernandesO presente estudo, com 457 participantes, tem como objetivo compreender a relação entre a frequência de microagressões sexistas, a saúde mental e a autoestima das mulheres em Portugal. Para responder a este objetivo, foi escolhida metodologia mista e realizado um inquérito por questionário. O questionário foi constituído por três escalas previamente validadas, Inventário de Saúde Mental (MHI-5), Escala de autoestima de Rosenberg (RSES) e Escala de Microagressões Sexistas (WoMenS). Os resultados comprovaram que uma maior prevalência destas experiências discriminatórias, está associada a níveis mais baixos de autoestima e saúde mental, como verificado pela literatura existente. A segunda secção do questionário pretendeu analisar a partir das descrições das participantes, as experiências de microagressões vivenciadas ao longo da vida, os impactos emocionais sentidos e a possível discriminação interseccional vivida pelas mulheres. Os resultados demonstram uma grande prevalência de situações de abuso, assédio sexual e violência doméstica, para além das microagressões sexistas sentidas. O presente estudo contribui assim, para o aprofundamento do conhecimento empírico sobre o impacto das microagressões de género e do sexismo, evidenciando as suas implicações na saúde mental e autoestima das mulheres em Portugal, e reforçando a importância de estratégias de intervenção sensíveis ao género, na sua multidimensionalidade.
- O papel do educador no desenvolvimento da autonomia da criança, numa sala de 3 anos, segundo o modelo highscopePublication . Aguiar, Joana Barreira de; Dias, Joana Filipa da MotaO presente relatório surge no âmbito da unidade curricular Prática Profissional Supervisionada II (PPSII), do Mestrado em Educação Pré-Escolar (MEPE), da Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx). Considerado um documento reflexivo, assinala a prática pedagógica supervisionada experienciada, numa sala de jardim de infância, com um grupo de crianças com três anos de idade. Deste modo, pretendo descrever, fundamentar, analisar e avaliar a prática pedagógica desenvolvida neste contexto educativo, especificamente, a caracterização do contexto educativo e dos respetivos intervenientes, as intenções definidas para a prática, a investigação desenvolvida e, consequentemente, a construção da minha profissionalidade enquanto futura educadora de infância. No decorrer da PPSII, surgiu o interesse em realizar uma investigação sobre a temática da autonomia. O conceito de autonomia é crucial no desenvolvimento das crianças, sendo que, o educador exerce um papel fundamental na promoção deste mesmo conceito. Como tal, o presente relatório de investigação tem como tema “O papel do educador no desenvolvimento da autonomia da criança, numa sala de 3 anos, segundo o modelo HighScope”, para o qual foram definidos os seguintes objetivos: (i) compreender as conceções da equipa da sala sobre o desenvolvimento da autonomia no jardim de infância; (ii) identificar estratégias de ação, promotoras do desenvolvimento da autonomia da criança; e (iii) compreender de que modo é que o modelo HighScope promove a autonomia das crianças. Para a presente investigação foi adotada uma abordagem de natureza qualitativa, com incidência do método de estudo de caso, através de técnicas de recolha de dados como a observação direta participante, entrevistas realizadas, tanto à educadora de infância, como à auxiliar de ação educativa da sala, os registos fotográficos, conversas informais com a equipa de sala e a análise documental, por meio de instrumentos como as notas de campo, guião das entrevistas e fotografias. Os resultados apontam para a importância que o papel apoiante e mediador do educador tem no desenvolvimento da autonomia das crianças, por exemplo, ao incentivar a capacidade de resolução de conflitos por parte das mesmas. Além disso, o modelo HighScope revelou-se como facilitador deste desenvolvimento, principalmente por meio dos princípios como a rotina diária e a aprendizagem pela ação, assim como o trabalho articulado da equipa educativa de sala que, através da comunicação e reflexão, contribuem para o sentimento de segurança da criança que, consequentemente, influencia o desenvolvimento da autonomia da mesma.
- Gamificação e desenvolvimento de competências histórico-geográficas no 1.º e no 2.º ciclo do ensino básicoPublication . Guerra, Jéssica Fraústo; Dias, Alfredo GomesO presente relatório surge no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º CEB. Na primeira parte do relatório, apresenta-se uma breve descrição dos contextos de estágio no 1.º e 2.º CEB, acompanhada de uma análise comparativa entre ambos. Na segunda parte, procede-se à descrição do estudo desenvolvido, que tem origem no contexto de 2.º Ciclo e se estende ao 1.º Ciclo, sendo intitulado: De que forma a gamificação pode contribuir para o desenvolvimento de competências histórico-geográficas nos alunos do 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico? Trata-se de um estudo de natureza qualitativa que se orienta por abordagens semelhantes aos de um estudo exploratório. Para o estudo desenvolvido, delinearam-se os seguintes objetivos: (i) investigar o impacto da gamificação na motivação dos alunos do 1.º e do 2.º Ciclo do Ensino Básico para a aprendizagem da História e Geografia; (ii) avaliar as aprendizagens dos alunos ao nível dos conteúdos histórico-geográficos adquiridos em contextos gamificados; (iii) identificar e analisar as competências histórico-geográficas que podem ser promovidas através da utilização de metodologias gamificadas. As técnicas de recolha de dados incluem o inquérito por questionário e as produções dos alunos. Em relação ao tratamento e análise de dados, recorreu-se às técnicas de estatística descritiva e à análise de conteúdo. Os resultados da investigação permitiram perceber que a maioria dos alunos considerou ter aprendido de forma eficaz através da gamificação, reconhecendo que esta estratégia os motiva e envolve no processo de ensino-aprendizagem. Ao nível do desenvolvimento de competências histórico-geográficas, os resultados indicam um desempenho superior na realização dos jogos em comparação com as questões-aula.
- A importância da literacia financeira: um estudo com alunos do 3.º ano de escolaridadePublication . Costa, Irina Pacheco da; Machado, Ricardo Jorge da RochaO presente Relatório Final foi realizado no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, lecionada no 2.º ano do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e de Ciência Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico, na Escola Superior de Educação de Lisboa. A primeira parte deste relatório apresenta a descrição sintética da prática pedagógica desenvolvida no 1.º Ciclo do Ensino Básico, em contexto de uma turma do 3.º ano e em 2.º Ciclo do Ensino Básico com duas turmas de 5.º ano, enquanto que a segunda parte aborda a investigação realizada neste contexto com foco na literacia financeira. O estudo foi implementado numa turma do 3.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, tendo como problemática: “Como pode a introdução da literacia financeira no 3.º ano de escolaridade do 1.º CEB contribuir para o desenvolvimento de competências de gestão responsável do dinheiro?”. Partindo desta problemática, definiram-se dois objetivos específicos: (1) Identificar quais os conhecimentos e atitudes dos alunos do 3.º ano de escolaridade face ao dinheiro, à poupança e ao consumo; e (2) Analisar o impacto de práticas pedagógicas que integram conteúdos de literacia financeira no desenvolvimento de comportamentos financeiros conscientes nos alunos. Para este estudo, considerou-se adequada a utilização de uma abordagem metodológica qualitativa, adotando um design que se aproxima de uma investigaçãoação. Os instrumentos de recolha de dados utilizados foram: a observação direta e indireta, o diário de bordo, as produções dos alunos, e a recolha documental. Relativamente aos resultados, observou-se que a implementação das tarefas de educação financeira promoveu uma evolução positiva nas competências dos alunos. Os alunos mostraram maior capacidade de distinguir entre necessidades e desejos, de realizar escolhas conscientes perante recursos limitados, de gerir dinheiro de forma responsável e de compreender diferentes formas de pagamento. Observou-se, também, um progresso no desenvolvimento de atitudes de poupança, planeamento e responsabilidade financeira, evidenciando que a aprendizagem colaborativa e as atividades contextualizadas contribuíram para a consolidação das aprendizagens e para o desenvolvimento das competências sociais e cognitivas dos alunos.
- Habilidades ortográficas, hábitos e práticas de leitura: um estudo de caso numa turma de 3.º ano do 1.º ciclo do ensino básicoPublication . Toscano, Inês Miguel; Sousa, Otília da Encarnação da Costa eO presente relatório insere-se no âmbito da Unidade Curricular Prática de Ensino Supervisionada II do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), tendo como principais finalidades descrever e analisar de forma reflexiva a prática pedagógica desenvolvida com uma turma de 3.º ano do 1.º CEB e com duas turmas do 6.º ano do 2.º CEB, bem como a apresentação de uma investigação sobre o tema “Habilidades ortográficas, hábitos e práticas de leitura: um estudo de caso numa turma de 3.º ano do 1.º CEB”. O objetivo geral da investigação é compreender se existe relação entre hábitos de leitura e habilidades ortográficas, tendo como objetivos específicos: (i) analisar as habilidades ortográficas dos alunos estudando a quantidade e o tipo de erros; (ii) caracterizar os hábitos de leitura dos alunos; (iii) comparar os hábitos de leitura com as habilidades ortográficas. O presente estudo usa metodologias qualitativas. A recolha de dados envolveu diferentes instrumentos e técnicas, nomeadamente a observação direta, a aplicação de um inquérito por questionário e a realização de um ditado. Posteriormente, procedeu-se à análise de dados provenientes do questionário e das produções escritas dos alunos, com especial enfoque na identificação e categorização dos erros ortográficos dos alunos. A análise dos dados foi realizada com recurso ao Excel permitindo o tratamento e a sistematização da informação recolhida. Os resultados obtidos permitiram constatar que, dentro da amostra analisada, os alunos que revelam hábitos efetivos e práticas de leitura são aqueles que cometeram menos erros ortográficos. Esta tendência sugere uma relação entre a frequência da leitura e o desenvolvimento de competências ortográficas, corroborando o que é defendido na literatura, sobretudo pelas teorias da aprendizagem estatística.
