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Título: Exercício físico e claudicação intermitente: eficácia de um programa domiciliário
Autor: Encarnação, Ana
Quintans, Dora
Gonçalves, Luís
Tomás, Mª Teresa
Carolino, Elisabete
Coutinho, Isabel
Medeiros, Duarte
Palavras-chave: Exercício físico
Claudicação intermitente
Programa domiciliário
Distância de claudicação
Distância máxima de marcha
Teste 6 minutos de marcha
Data: Nov-2009
Editora: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
Citação: Saúde & Tecnologia. 2009;(4):38-45
Resumo: A arteriopatia periférica (AP) é uma doença com uma prevalência relativamente alta na população em geral. Entre 12% a 20% dos atingidos têm idade superior a 60 anos e apresentam sintomas clínicos, como claudicação intermitente (CI), dor, perda de força e incapacidade funcional. Vários autores referem os efeitos benéficos de um programa de exercício físico nas consequências funcionais da AP. O objectivo deste estudo foi o de verificar o efeito de um programa de exercício físico domiciliário supervisionado (PD) em indivíduos com CI por arteriopatia periférica do membro inferior (APMI) e determinar o número médio de passos diários nesta população. Participaram no estudo 14 indivíduos (idade média 72,4±6,7 anos) com CI. O PD consistiu na execução diária de três exercícios musculares para os membros inferiores (MI) e uma caminhada, durante 8 semanas. Através do teste de 6 minutos de marcha, avaliamos a distância de claudicação (DC) (até ao início da dor), distância máxima de marcha (DMM) (até à dor incapacitante) e a capacidade funcional (CF). Avaliamos ainda a intensidade de esforço percebida (IEP) com CR10 de Borg e o número máximo de repetições de elevação dos calcanhares (NREC). Os resultados mostram aumento da DC (178,8±75,5 vs 259,6±116,7; p=0,01), DMM (255,7±104,4 vs 326,5±137,9; p=0,008), CF (299,1±115,1 vs 389,6±102,1; p=0,000) e NREC (42,1±14,7 vs 59,9±21,6; p=0,002) e diminuição da IEP (3,1±1,1 vs 2,6±0,6). O número de passos percorridos e observados com um podómetro foi de 4990±1872 passos por dia. Conclusões – Um PD com supervisão semanal, tendo como base uma caminhada e exercícios musculares para os MI, mostrou ser eficaz na melhoria dos sintomas de CI destes pacientes.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.21/147
ISSN: 1646-9704
Versão do Editor: http://www.estesl.ipl.pt/Sites/estesl/Publico/ST_RecEd/GAM/st4_art5.pdf
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